A proposta busca espacializar a ideia de habitação como a possibilidade de escolha contínua entre a vida coletiva e a vida privada, entre a companhia e a solidão, entre o aberto e o fechado, o ruído e o silêncio. Isso se dá através de uma linha contínua, que faz a transição entre a célula individual, privada, e o espaço público da universidade e da cidade, diluindo o encontro entre essas duas esferas.
Através de uma série de espaços semi-privados (as cozinhas, salas de estar e de estudos), distribuídos nos pavimentos dos edifícios, e de espaços semi-públicos (o cineclube, quadra de esportes, biblioteca, ateliê, espaço multiuso) acomodados na topografia do grande parque central, público, que leva à duas praças, uma ligando o conjunto com a alameda que corta o campus, e outra ligando-se à malha urbana da cidade.





Alguns conjuntos de células são subtraídos para criar os espaços de estar e estudo, em tamanhos diferentes, possibilitando a escolha entre espaços maiores, menores, abertos e fechados, ruidosos ou silenciosos.

MORADIA ESTUDANTIL UNIFESP
Localização: São Paulo, SP


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